Entre celas e corró: uma etnografia imersiva do universo carcerário

Autores/as

  • Gabriel Carvalho Ribeiro de Lima Universidade Federal do Sul da Bahia image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.66451/rbep.v7i1.1179

Palabras clave:

Sistema penitenciário, Etnografia imersiva, Poder informal

Resumen

Relata-se dinâmicas de poder, cultura e violência no sistema carcerário brasileiro, a partir de uma etnografia imersiva realizada em uma delegacia. O objeto centra-se nas interações entre detentos e agentes do Estado, analisando códigos morais paralelos e a precarização do ambiente. O objetivo é compreender como hierarquias e afetos moldam a vida prisional, utilizando a metodologia da participação observante (Wacquant, 2002), na qual o pesquisador vivencia a rotina carcerária, registrando interações e rituais. Os resultados revelam a dualidade entre violência e solidariedade: líderes informais exercem controle por meio de ameaças e humor, enquanto trocas simbólicas reconfiguram relações. Conclui-se que a prisão opera como microcosmo de estruturas de poder, onde códigos informais e a economia da punição perpetuam a marginalização como extensão das desigualdades sociais.

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Biografía del autor/a

  • Gabriel Carvalho Ribeiro de Lima, Universidade Federal do Sul da Bahia

    Graduação em Administração (ESAB) e em Humanidades (UFSB). Especialização em Educação em Direitos Humanos (UFVJM) e em Psicologia (USP). Mestrado em Estado e Sociedade (UFSB)

Referencias

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Archivos adicionales

Publicado

2026-06-30

Cómo citar

Entre celas e corró: uma etnografia imersiva do universo carcerário. (2026). Revista Brasileña De Ejecución Penal, 7(1), 271-285. https://doi.org/10.66451/rbep.v7i1.1179

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